Sinto saudades,
Saudades sem fim.
Pelos meus irmãos e primos,
Não apenas por mim.
Acabaram petiscos e prato principal,
Acabou tônica, ficou gim pro final.
Sinto uma falta,
Uma falta sem fim.
Pela minha mãe, tios e tias,
Que te perderam assim.
Perderam o pai que conduzia os filhos,
Um espírito santo, sem nada de ruim.
Sinto um aperto,
Um aperto sem fim.
Pela saudade e pela falta,
Que tem um gosto ruim.
Mas o aperto mais forte eu não sinto assim,
É o seu bom e caloroso abraço, que vai estar pra sempre aqui, pra mim.
domingo, 28 de junho de 2009
terça-feira, 2 de junho de 2009
Namastê
Namastê
O Deus que existe em mim
Saúda o Deus que existe em você
O corpo que existe em mim
Saúda o corpo que existe em você
O gesto que existe em mim
Saúda o gesto que existe em você
O vício que existe em mim
Saúda o vício que existe em você
O sorriso que existe em mim
Saúda o sorriso que existe em você
A memória que existe em mim
Saúda a saudade que existe em você
O Deus que existe em mim
Saúda o Deus que existe em você
O corpo que existe em mim
Saúda o corpo que existe em você
O gesto que existe em mim
Saúda o gesto que existe em você
O vício que existe em mim
Saúda o vício que existe em você
O sorriso que existe em mim
Saúda o sorriso que existe em você
A memória que existe em mim
Saúda a saudade que existe em você
Assinar:
Postagens (Atom)