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Mente
Pro teu coração
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
In Ser Ta
Sinto pena de você
Pois não sabe que é a hora
Penso um pouco e já resolvo:
Dessa vez vou mesmo embora!
Me retiro de mim mesma
Me confundo, choro e grito
Te suplico o teu desejo
Te ofereço o infinito
Durmo um pouco e logo penso
Vou fazer uma faxina
Me arrumo do meu jeito
Vou ali até a esquina
Quando volto já te escuto:
Você é doida menina!
Eu me deito e já nem luto
Pois teu corpo é minha sina
Pois não sabe que é a hora
Penso um pouco e já resolvo:
Dessa vez vou mesmo embora!
Me retiro de mim mesma
Me confundo, choro e grito
Te suplico o teu desejo
Te ofereço o infinito
Durmo um pouco e logo penso
Vou fazer uma faxina
Me arrumo do meu jeito
Vou ali até a esquina
Quando volto já te escuto:
Você é doida menina!
Eu me deito e já nem luto
Pois teu corpo é minha sina
Anjo
É a dor mais profunda
Que tive dentro de mim
É a perda mais confusa
Por estarmos longe do fim
Não te encontrei
Nem sequer vi você
Te amei sem saber
Se iria te conhecer
Sinto falta do que me causou
E de toda a confusão
E agora me pego pensando:
Como bateria seu coração?
Espero que perdoe a minha incapacidade
E que viva sempre em paz
Em plena felicidade
Que tive dentro de mim
É a perda mais confusa
Por estarmos longe do fim
Não te encontrei
Nem sequer vi você
Te amei sem saber
Se iria te conhecer
Sinto falta do que me causou
E de toda a confusão
E agora me pego pensando:
Como bateria seu coração?
Espero que perdoe a minha incapacidade
E que viva sempre em paz
Em plena felicidade
Ocupado
Hoje eu te liguei
A primeira, segunda e terceira vez
Falei com você
Mas não te encontrei
A cada frustração, eu sentia
Que por te querer mais
Você então não me queria
Vivo agora um exercício
Contraindo desconfiança
Tento expirar em versos desconexos
A força que resta da minha esperança
A primeira, segunda e terceira vez
Falei com você
Mas não te encontrei
A cada frustração, eu sentia
Que por te querer mais
Você então não me queria
Vivo agora um exercício
Contraindo desconfiança
Tento expirar em versos desconexos
A força que resta da minha esperança
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