Me esvazio,
No teu desejo.
E mais que um toque,
Eu quero um beijo.
Não ocupo,
Na tua vida.
E mais contida,
Acho a saída.
Me esqueço,
Como efeito.
Todos dizem,
Eu não vejo.
Não entendo,
Como deixo.
Junto tudo,
E volto ao eixo.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
domingo, 12 de julho de 2009
Natural
Agora virei pluma
Deslocada pela brisa
Plainando uma jornada
Leve e calma, sem direção
No caminho incerto
Quando olho por perto
Vejo um destino
Vejo meu chão
E então eu virei pedra
Que não se mexe, nem pé arreda
Imóvel, certa e concreta
Até tem um coração
Vai vivendo a solidão
Em toda sua unidade
Por só saber ser sozinha
Por não manter união
E então eu já sou água
Que lava, encharca e alaga
Que leva tudo embora
E não conhece perdão
Espera chegar ao mar
Ou qualquer outra imensidão
Sonha ser cachoeira
E viver em constante explosão
Deslocada pela brisa
Plainando uma jornada
Leve e calma, sem direção
No caminho incerto
Quando olho por perto
Vejo um destino
Vejo meu chão
E então eu virei pedra
Que não se mexe, nem pé arreda
Imóvel, certa e concreta
Até tem um coração
Vai vivendo a solidão
Em toda sua unidade
Por só saber ser sozinha
Por não manter união
E então eu já sou água
Que lava, encharca e alaga
Que leva tudo embora
E não conhece perdão
Espera chegar ao mar
Ou qualquer outra imensidão
Sonha ser cachoeira
E viver em constante explosão
Congelado
Que gelo há na tua ausência.
Ausência de sol,
Calor, abraço e sorriso.
Que frio causa a tua falta.
Esfria a comida,
A casa, a família e a alma.
Que ardor na sua partida.
Arde o álcool,
A saudade, a tristeza e a memória.
Tremo toda quando lembro
Que você foi mesmo embora.
Ausência de sol,
Calor, abraço e sorriso.
Que frio causa a tua falta.
Esfria a comida,
A casa, a família e a alma.
Que ardor na sua partida.
Arde o álcool,
A saudade, a tristeza e a memória.
Tremo toda quando lembro
Que você foi mesmo embora.
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